PARA EMPRESAS

Dá-lhes um lugar para construírem cá dentro.

As tuas melhores pessoas já andam a construir coisas à noite. Algumas vão sair para o fazer a sério. Doze semanas, vinte colaboradores, e cada um deles publica algo real.

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DOZE SEMANAS · VINTE COLABORADORES · TODOS PUBLICAM
01 O QUE TE CUSTA AGORA

Três perdas silenciosas.

01
A ideia sai com a pessoa
O colaborador que tem andado a construir à noite não levanta o assunto na reunião geral. Entrega a carta de demissão dezoito meses depois, e aquilo que construiu passa a ser a empresa de outra pessoa — normalmente uma que vende para o teu mercado, com o que aprendeu dentro das tuas paredes.
02
A capacidade em IA nunca chega a ficar
A formação é vista, não usada. As pessoas terminam um curso sobre uma ferramenta e voltam a um trabalho que nunca lhes pede para a abrir. A capacidade só fica em quem já publicou algo com ela, e quase nenhum programa o exige.
03
Cada protótipo vai parar às compras
Uma ideia precisa de uma versão funcional antes de alguém a poder avaliar. Conseguir uma implica um caderno de encargos, um fornecedor, um orçamento e um trimestre — por isso a maioria das ideias é avaliada como documento, e as baratas morrem ao lado das caras.
Nenhuma delas é um problema de ideias. Ideias tens tu de sobra. SÃO TODAS O MESMO ESTRANGULAMENTO: NINGUÉM CÁ DENTRO SABIA CONSTRUIR.
02 — O QUE MUDOU

Uma pessoa já consegue construir software a sério.

A dirigir a IA, sem escrever código e sem contratar ninguém. Isto não é uma projeção. A plataforma em que este programa corre — as candidaturas, a entrega do currículo, as avaliações, o acompanhamento dos participantes — foi construída por uma pessoa, sozinha, a dirigir a IA, com cerca de 3.250 € em ferramentas. Estás a ler isto nela.

3.250 €
em ferramentas
1
pessoa
A plataforma em que este programa corre.
03 — O QUE ISSO MUDA DENTRO DE UMA EMPRESA
01 Quem tem o problema pode construir a resposta

Quem sabe exatamente onde o processo falha raramente é quem sabe construir software. Essa distância é aquilo que todos os programas de inovação interna têm andado a contornar. Deixou de existir.

02 A capacidade chega como efeito secundário, não como curso

Ninguém que já publicou um produto funcional com IA precisa de ser convencido depois. Vinte colaboradores que o fizeram uma vez são uma organização diferente de vinte que assistiram a um workshop.

03 Uma ideia pode ser testada antes de precisar de orçamento

Uma versão funcional em doze semanas, construída por quem a propôs, custa menos do que a série de reuniões necessária para aprovar um fornecedor.

O QUE A EMPRESA RECEBE

Resultados, não esperanças.

Software funcional, contado

Um URL publicado por participante é um facto binário, não uma opinião.

Capacidade em IA que ficou mesmo

Porque construíram com ela em vez de verem um curso sobre ela.

Uma resposta de retenção

Para as pessoas concretas com maior probabilidade de sair, e as mais difíceis de substituir.

Ideias testadas a baixo custo

Vinte, com base em evidência, num trimestre — e as que não funcionam identificadas cedo e com honestidade.

Ferramentas internas que ficam contigo

Se escolheres esse modelo, os produtos pertencem à empresa.

Relatórios, por participante e por grupo

Vindos da plataforma. Nada montado à mão para a comissão de acompanhamento.

05 — QUEM DEVE ESTAR NA SALA

Não os voluntários. Os que já estão a construir.

As pessoas que se oferecem para um programa de inovação raramente são as que, em silêncio, publicam projetos paralelos às onze da noite. É para o segundo grupo que isto existe: conhecimento profundo do domínio, um problema que viram ficar por resolver durante anos, e inquietação suficiente para já terem começado a fazer alguma coisa sobre isso no seu próprio tempo.

07 — DOZE SEMANAS · VINTE COLABORADORES · UM PRODUTO CADA
1–2 Problema e ideia

Uma descrição escrita do problema e uma ideia com âmbito definido.

3–4 Compradores e validação

Vinte compradores identificados — internos ou externos — e cinco conversas documentadas.

5–7 Construção

Um produto funcional de ponta a ponta.

8–9 Dinheiro e prontidão

Fluxos de pagamento ou de acesso ativos, auditoria pré-lançamento aprovada.

10–11 Lançamento e utilizadores

Um URL publicado e utilizadores reais a dar feedback.

12 E a seguir

Um caso de negócio e um plano a 90 dias.

O COMPROMISSO

Dez a doze horas por semana.

Uma sessão ao vivo de 90 minutos, gravada, e pequenos grupos de pares entre sessões. Foi pensado para correr a par de uma função a tempo inteiro, e não em vez dela. Não há pré-requisitos técnicos — os participantes não precisam de programar, e não lhes ensinamos a fazê-lo. Ensinamo-los a dirigir.

08 — A QUEM PERTENCE O QUE SE CONSTRÓI

Decide isto antes da primeira semana, não depois.

A empresa é a dona
O MAIS SIMPLES

Termos habituais de obra produzida no âmbito do trabalho. O mais simples de gerir, e a resposta certa quando o objetivo são ferramentas internas. Os participantes devem ser informados com clareza, logo no início, de que este é o modelo.

Eles são os donos, tu tens direito de preferência
O QUE MANTÉM AS PESSOAS MOTIVADAS

O colaborador é dono do que constrói; a empresa fica com uma licença de utilização e o direito de preferência se aquilo se tornar um negócio. Tu ficas com a ferramenta e a capacidade, eles ficam com uma razão para aguentar as semanas difíceis, e nenhum dos lados está a fingir.

Torna-se uma spin-off
RARO, MAS VALE A PENA TER UM CAMINHO PARA ISSO

Para o pequeno número de produtos que claramente ultrapassam o seu departamento. Termos acordados com antecedência, para que a conversa seja um processo e não uma negociação feita sob pressão.

SEJA QUAL FOR A ESCOLHA, FICA POR ESCRITO E É COMUNICADA AOS PARTICIPANTES ANTES DE COMEÇAREM. É A AMBIGUIDADE NESTE PONTO QUE TRANSFORMA ESTES PROGRAMAS EM RESSENTIMENTO.

A DIVISÃO

O que nós fornecemos, e o que tu forneces.

Nós fornecemos — o currículo

O currículo completo de doze semanas e todas as entregas semanais.

Nós fornecemos — a plataforma

Candidaturas, seleção, entrega do currículo, acompanhamento dos participantes e relatórios.

Nós fornecemos — as sessões ao vivo

Conduzidas por alguém que já construiu e publicou aquilo que está a ser ensinado.

Nós fornecemos — a certificação de facilitadores

Formação e certificação para as tuas próprias pessoas, para poderes conduzir os grupos seguintes internamente.

Tu forneces — os participantes

Vinte colaboradores, selecionados connosco e não por voluntariado.

Tu forneces — a decisão sobre a PI

Um dos três modelos acima, acordado antes da primeira semana.

Tu forneces — tempo protegido

Dez a doze horas por semana com que a chefia direta concordou de facto.

Tu forneces — a sala

Para o demo day, se for presencial.

10 — ONDE ISTO ESTÁ HOJE

Nenhuma empresa fez isto ainda.

O grupo para particulares é o primeiro e ainda não arrancou. Não há referências empresariais nem casos de estudo, e não vou inventar nenhum. O que existe é o método, a plataforma em que corre, vinte anos a construir produtos dentro de organizações, e um exemplo concreto: o meu. A primeira empresa a fazer isto está a comprar um piloto, e o preço deve ser o de um piloto.

11 — QUEM ESTÁ POR TRÁS

Luis Gonçalves

Vinte anos em desenvolvimento de produto digital. Liderou a transformação ágil na Nokia. Dá aulas na Porto Business School. Antes disto, um negócio que perdeu cerca de 250 mil euros — que é de onde vem o método. Depois, a plataforma em que estás a ler isto, construída sozinho, a dirigir a IA.

3.250 €
em ferramentas
20 anos
em produto
?12 — AS OBJEÇÕES
Em que é que isto não é mais um programa de inovação que não produz nada?
Porque a entrega não é uma recomendação. Cada semana termina em algo que existe, e a décima segunda semana termina num produto publicado por participante. Se isso não acontecer, o programa falhou à vista de todos — e é essa a ideia. A maioria dos programas de inovação não consegue falhar à vista de todos, e é por isso que se mantêm.
As nossas pessoas precisam de saber programar?
Não, e não lhes ensinamos a fazê-lo. Ensinamo-los a dirigir.
A quem pertence o que constroem?
Escolhes um de três modelos antes da primeira semana, e os participantes são informados de qual se aplica. Vê a secção acima.
Isto não é só ensinar as pessoas a sair?
As pessoas a quem isto se dirige já estão a construir à noite, e as que saem fazem-no quer faças isto quer não. O que muda é se aquilo que constroem acontece dentro de uma estrutura que consegues ver, ligado aos teus problemas, e se terminam o ano a sentir-se apoiadas ou esquecidas.
E as nossas políticas de segurança e de dados?
Os participantes constroem nas suas próprias contas, salvo indicação em contrário, e o âmbito pode ser definido de forma a excluir totalmente dados de produção. Isto deve ser acordado com a tua área de segurança antes da seleção, não depois.
A nossa própria equipa pode conduzir os grupos seguintes?
Sim. Primeiro recebem formação e certificação, e não precisam de formação técnica.
Como selecionam os vinte?
Com um instrumento de seleção, e contigo. Selecionamos por conhecimento do domínio, um problema visto de perto e tempo que a chefia direta protegeu de verdade. Não por capacidade técnica, nem por entusiasmo num formulário de candidatura.
E se o produto de alguém não funcionar?
Então ficas a saber em doze semanas, com base em evidência, ao custo de algumas noites e não de um contrato com um fornecedor. Isso é um resultado, não uma perda.

Vão construí-lo de uma forma ou de outra.

A única questão é se acontece dentro de uma estrutura que consegues ver, ligado aos teus problemas — ou daqui a dezoito meses, numa empresa que compete contigo.

PREÇO POR GRUPO, NÃO POR LUGAR · TERMOS DE PI ACORDADOS ANTES DA PRIMEIRA SEMANA