FEDERAÇÕES E ASSOCIAÇÕES

A carreira acaba décadas antes da de toda a gente. A experiência não.

Doze semanas. Os seus membros terminam donos de um negócio ativo — construído por eles, em nome próprio, sem ceder participação no capital e sem deverem nada a ninguém.

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O MEMBRO FICA COM TUDO · SEM PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL · SEM PROGRAMAR
01 — A SITUAÇÃO

Uma carreira que acaba décadas mais cedo não é uma reforma.

Os seus membros saem com capital, uma rede de contactos, um nome público e vinte anos a saber exatamente como funciona um mundo por dentro. O que não levam é uma escada, porque aquela em que estavam parou. Então há o curso de treinador, tirado porque era a porta que estava aberta. O trabalho nos media, que paga bem e não é um plano. O negócio que vive do nome deles e pertence a outra pessoa. E os três ou quatro anos passados a decidir, que é a parte que ninguém conta.

02 O QUE JÁ É OFERECIDO

As portas que já estão abertas.

01
Um workshop de carreira
Bons conselhos sobre um mercado de trabalho em que estes membros nunca tiveram de entrar.
02
Uma clínica de CV e entrevistas
Preparação para um processo feito para ordenar pessoas por um currículo que elas não têm.
03
Uma bolsa de estudo
Dinheiro a sério, aplicado numa qualificação que os põe no fundo de outra escada.
04
Uma qualificação dentro da mesma indústria
A porta óbvia, escolhida por muito mais membros do que os que realmente a querem.
Todas são úteis, e todas encaminham um membro para a organização de outra pessoa. Para alguém que passou a vida profissional inteira a ser quem atua, um processo de candidatura não é vivido como uma transição. É VIVIDO COMO UMA DESPROMOÇÃO.
03 — PORQUE É QUE CONSTRUIR É DIFERENTE
01 O custo de construir caiu a pique

O que antes exigia uma equipa e cem mil euros exige agora um método e uma subscrição. É uma mudança no mundo, não uma mudança de ambição.

02 Já têm a pista de descolagem

Todo o fundador precisa de alguém que lhe pague enquanto constrói algo que ainda não rende. A maioria cede participação no capital para o conseguir. Os seus membros têm uma janela e o capital para a aproveitar, e ela está aberta agora, não mais tarde.

03 A experiência é o fosso defensivo

Ninguém chega a vinte anos dentro de um desporto, de uma profissão ou de um ofício à base de prompts. O código é agora a parte barata. Os seus membros já têm a parte cara, e é a única coisa neles que não acabou.

04 — O QUE MUDOU

Hoje, uma pessoa consegue construir software a sério.

A dirigir a IA, sem escrever código e sem contratar ninguém. A plataforma em que este programa corre — as candidaturas, o currículo, as avaliações, o acompanhamento dos participantes — foi construída por uma pessoa, sozinha, a dirigir a IA, por cerca de 3.250 € em ferramentas. Está a ler isto nela.

3.250 €
em ferramentas
1
pessoa
A plataforma em que este programa corre.
05 — DOZE SEMANAS · VINTE MEMBROS · UM PRODUTO CADA
1–2 Problema e ideia

Uma descrição escrita do problema e uma ideia delimitada.

3–4 Compradores e validação

Vinte compradores identificados, cinco conversas documentadas.

5–7 Construção

Um produto que funciona de ponta a ponta.

8–9 Dinheiro e prontidão

Pagamentos ativos, auditoria pré-lançamento aprovada.

10–11 Lançamento e utilizadores

Um URL ativo e utilizadores reais a dar feedback.

12 E a seguir

Um pitch deck e um plano de 90 dias.

O COMPROMISSO

Dez a doze horas por semana.

Uma sessão ao vivo de 90 minutos, gravada, e pequenos grupos de pares entre sessões. Foi pensado para decorrer em paralelo com um curso de treinador, uma agenda de media, um programa de reabilitação ou um emprego. Não há pré-requisitos técnicos — os membros não precisam de programar, nem aprendem a fazê-lo. Aprendem a dirigir.

COM O QUE O MEMBRO SAI

Não é um certificado. Nem uma pasta de apontamentos.

Um produto a funcionar

Em produção, num URL ativo, que qualquer pessoa pode abrir.

A capacidade de continuar a construir

Sem o programa, e sem contratar ninguém.

Provas, num sentido ou noutro

Prova documentada de que há compradores que o querem — ou prova documentada de que não há, o que vale o mesmo e custa doze semanas em vez de quatro anos.

Tudo o que construiu

A sua própria conta, código, domínio e lista de clientes. O programa não fica com participação no capital, licença nem parte da receita.

Um plano de 90 dias

Para o dia seguinte ao fim do programa.

O QUE A ORGANIZAÇÃO GANHA

O que pode realmente reportar.

Transições que pode contar

Um URL ativo por membro é um facto binário, não um juízo.

Um dever de cuidado que pode comprovar

Perante uma direção, um patrocinador, um regulador ou uma votação dos associados.

Valor no momento em que se sente

Entregue precisamente quando os membros costumam afastar-se, que é o momento em que deixam de competir.

Uma turma que se mantém ligada

Depois de acabar aquilo que os ligava à organização.

Relatórios, por membro e por turma

Diretamente da plataforma. Nada montado à mão no fim do ano.

Uma história que vale a pena contar

Contada pelos membros, e não pela organização.

08 — PORQUE É QUE ISTO NÃO É UM PROGRAMA CORPORATIVO

Fazemos os dois. Não são a mesma coisa.

Este
UM PROGRAMA PARA MEMBROS

O membro é dono de tudo o que for construído. Gerido pelo dever de cuidado e pelo valor para os membros. O sucesso são membros com meios de vida. O participante está de partida.

Inovação corporativa
UM PROGRAMA INTERNO

A empresa é dona do que for construído. Gerido pela capacitação e pela competitividade. O sucesso são ferramentas lançadas internamente. O participante fica.

O MEMBRO FICA COM TUDO. ESSA É TODA A DIFERENÇA, E NESTE PROGRAMA NÃO É NEGOCIÁVEL.

09 — A QUEM MAIS SERVE

O padrão não é exclusivo do desporto.

Serve qualquer organização cujos membros chegam ao fim de uma primeira carreira ainda a meio da vida ativa. Federações e sindicatos de jogadores. Ordens profissionais e entidades reguladoras de profissões. Sindicatos cujo trabalho dos membros está a ser reescrito. Fundações que financiam transições. Bailarinos, músicos, militares em saída, serviços de emergência, tripulantes de cabine. Sempre a mesma forma: uma carreira que acaba cedo, e uma experiência que não acaba.

COMO É ENTREGUE

Preço por turma, não por membro.

Nós fornecemos

O currículo, a plataforma, as sessões ao vivo, o instrumento de seleção e a formação de facilitadores para a sua equipa, se mais tarde quiser gerir o programa internamente.

A organização fornece

Os membros, o nome da organização no programa e uma ou duas pessoas da equipa, consoante o modelo.

11 — ONDE ISTO ESTÁ HOJE

Nenhuma federação fez isto ainda.

Não há antigos participantes nem casos de estudo, e não vou inventar nenhum. O que existe é o método, a plataforma em que corre, vinte anos a construir produtos e um exemplo concreto: o meu. A primeira organização a fazer isto está a comprar um piloto, e o preço deve ser de piloto.

12 — QUEM ESTÁ POR TRÁS

Luis Gonçalves

Vinte anos em desenvolvimento de produtos digitais. Liderou a transformação ágil na Nokia. Dá aulas na Porto Business School. Antes disto, um negócio que perdeu cerca de 250 mil euros — é daí que vem o método. Depois, a plataforma em que está a ler isto, construída sozinho, a dirigir a IA.

3.250 €
em ferramentas
20 anos
em produto
?13 — AS OBJEÇÕES
Os nossos membros precisam de ser técnicos?
Não, e não aprendem a programar. Aprendem a dirigir.
Ficam com participação no capital, ou com uma parte do que constroem?
Não. O membro é dono do produto, do código, do domínio e da lista de clientes. O programa não fica com nada, e a organização também não, a menos que decida o contrário — e, se o fizer, isso é comunicado aos membros por escrito antes da primeira semana.
E se um membro não tiver uma ideia?
Devem chegar com um problema que viram de perto, não com um plano de negócio. O instrumento de seleção foi feito para encontrar exatamente isso, e é aquilo que os seus membros mais têm.
Quanto tempo exige?
Dez a doze horas por semana, durante doze semanas. Uma sessão ao vivo, e o resto em partes que cada um escolhe.
Quem escolhe a turma?
A organização. Nós fornecemos o instrumento de seleção e os critérios; a decisão é sua.
Podemos gerir o programa nós próprios nos anos seguintes?
Sim. A sua equipa é formada e certificada, e também não precisa de formação técnica.
Quanto custa?
Por turma, não por membro, e o nível define o preço. É uma conversa e não uma tabela de preços, porque o modelo muda consoante a parte da entrega que a organização assume.
E se o produto de um membro não funcionar?
Então ficam a saber em doze semanas, com provas, depois de construírem a coisa e falarem com compradores. Não é uma falha do programa. É o resultado a chegar anos mais cedo do que chegaria de outra forma.

Passaram vinte anos a atuar.

A maior parte do apoio à transição pede-lhes que passem a ser quem se candidata. Doze semanas, e passam a ser donos da coisa.

O MEMBRO FICA COM TUDO · SEM PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL · PREÇO POR TURMA