PARA ORGANIZAÇÕES

As suas pessoas terminam com um produto. Não com um pitch deck.

Doze semanas. Vinte participantes. Cada um deles termina com software a funcionar num URL público.

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SEM FUNDO · SEM INVESTIDORES · SEM ENGENHEIROS
01 O PROBLEMA

Dois problemas que ninguém conseguia resolver.

01
Os participantes não conseguiam construir
Uma turma de pessoas com ideias e sem engenheiros produz slides, maquetas e um business model canvas. O programa termina, a apresentação vai para a gaveta e a coisa nunca chega a ser feita. O trabalho que teria transformado a ideia num produto precisava de um programador que não tinham e não podiam pagar.
02
A meta pertencia a outra pessoa
O sucesso era definido como investimento angariado. Por isso, o programa era avaliado pelo facto de os investidores aparecerem, gostarem do que viam e passarem um cheque — três coisas que nenhuma instituição controla. Fora de meia dúzia de cidades, na maior parte dos casos isso não acontece, e um programa bem conduzido pode, ainda assim, não ter nada para reportar.
Nenhum deles era uma falha de ensino. AMBOS ERAM LIMITES DO QUE ERA POSSÍVEL.
02 — O QUE MUDOU

Hoje, uma pessoa consegue construir software a sério.

A dirigir a IA, sem escrever código e sem contratar ninguém. Isto não é uma projeção. A plataforma em que este programa funciona — as candidaturas, a entrega do currículo, as avaliações, o acompanhamento dos participantes — foi construída por uma pessoa, sozinha, a dirigir a IA, com cerca de 3.250 € em ferramentas. Está a ler isto nela.

3.250 €
em ferramentas
1
pessoa
A plataforma em que este programa funciona.
03 — O QUE ISSO TORNA POSSÍVEL
01 Os participantes conseguem construir

Assim, o resultado do programa passa a ser um produto a funcionar, e não uma apresentação sobre um produto.

02 Um produto a funcionar não precisa de uma ronda de investimento para existir

O investimento passa a ser uma opção entre várias, escolhida pelos poucos que querem esse caminho, em vez de ser a porta por onde todos os participantes têm de passar para que o programa tenha funcionado.

03 Por isso, a instituição pode ser avaliada pelo que produz

Um URL público por participante é um facto binário, não um juízo de valor. Pela primeira vez, um programa pode garantir o próprio resultado.

04 A DIFERENÇA
✓ ESTA
  • Noites e fins de semana, a par do emprego ou do curso
  • Não exige fundo
  • Demo day para clientes. Investidores opcionais
  • O sucesso são produtos publicados
  • O resultado é um URL público
  • Não exige engenheiros, nem participantes que o sejam
  • Reporta aquilo que contou
✕ UMA ACELERADORA NORMAL
  • Os participantes despedem-se, ou dedicam-se a tempo inteiro
  • Exige um fundo
  • Demo day para investidores
  • O sucesso é o dinheiro angariado
  • O resultado é uma apresentação
  • Exige engenheiros, ou participantes que o sejam
  • Reporta aquilo que esperava
05 — DOZE SEMANAS · VINTE PARTICIPANTES · UM PRODUTO CADA
1–2 Problema e ideia

Uma descrição escrita do problema e uma ideia com âmbito definido.

3–4 Compradores e validação

Vinte compradores identificados, cinco conversas documentadas.

5–7 Construção

Um produto a funcionar de ponta a ponta.

8–9 Dinheiro e prontidão

Pagamentos ativos, auditoria de pré-lançamento aprovada.

10–11 Lançamento e utilizadores

Um URL público e utilizadores reais a dar feedback.

12 E a seguir

Um pitch deck e um plano a 90 dias.

O COMPROMISSO

Dez a doze horas por semana.

Uma sessão ao vivo de 90 minutos, gravada. Pequenos grupos de pares entre sessões. Não há pré-requisitos técnicos — os participantes não precisam de programar, e não é isso que lhes é ensinado. É-lhes ensinado a dirigir.

07 — COMO É ENTREGUE

Três níveis. A sua instituição escolhe quanto conduz.

Entregue
NÓS FAZEMOS TUDO

Tudo, sob a sua marca. A sua instituição recruta os participantes e nós tratamos do resto. Para uma primeira turma, ou quando não há equipa disponível.

Coentregue
O MODELO PADRÃO

Nós conduzimos as sessões ao vivo e o currículo. A sua equipa conduz os grupos de pares e o acompanhamento pessoal.

Licenciado
A SUA INSTITUIÇÃO CONDUZ

A sua instituição conduz o programa. Nós fornecemos a plataforma, a formação e certificação de facilitadores e as atualizações. Para instituições que o organizam todos os semestres.

NENHUM NÍVEL EXIGE FUNDO, RELAÇÃO COM INVESTIDORES OU EQUIPA DE ENGENHARIA.

A DIVISÃO

O que nós fornecemos, e o que a sua instituição fornece.

Nós fornecemos — o currículo

O currículo completo de doze semanas e cada entregável semanal.

Nós fornecemos — a plataforma

Candidaturas, seleção, entrega do currículo, acompanhamento dos participantes e relatórios.

Nós fornecemos — as sessões ao vivo

Conduzidas por alguém que construiu e lançou aquilo que está a ser ensinado.

Nós fornecemos — a certificação de facilitadores

Formação e certificação da sua própria equipa, para que possam conduzi-lo sozinhos.

A instituição fornece — os participantes

Recrutados entre os seus alunos, recém-licenciados, antigos alunos, colaboradores ou membros.

A instituição fornece — o seu nome

O programa decorre sob a sua marca, não a nossa.

A instituição fornece — uma ou duas pessoas da equipa

Para serem formadas como facilitadoras, consoante o nível.

A instituição fornece — o espaço

Para o demo day, se for presencial.

09 — QUANTO CUSTA

Por turma, não por lugar.

A instituição compra uma turma de vinte e a gestão do custo por lugar fica do seu lado, porque é assim que os orçamentos institucionais já estão desenhados. O nível define o preço, que desce de Entregue para Licenciado à medida que a instituição assume mais da entrega, e uma licença plurianual tem desconto, porque, depois de a sua equipa estar certificada, o custo marginal de uma segunda turma é quase nulo. A instituição traz os participantes, o recrutamento e o espaço, e o valor por participante reflete isso — de forma visível. O número em si pertence à conversa, não a uma página.

10 — ONDE ISTO ESTÁ HOJE

Nenhuma instituição organizou isto ainda.

A turma para particulares é a primeira e ainda não decorreu. Não há antigos participantes nem casos de estudo, e não vou inventar nenhum. O que existe é o método, a plataforma em que funciona, vinte anos a construir produtos para outras pessoas e um exemplo prático: o meu. A primeira instituição a organizar isto está a comprar um piloto, e o preço deve ser o de um piloto.

11 — QUEM ESTÁ POR TRÁS

Luis Gonçalves

Vinte anos em desenvolvimento de produtos digitais. Liderou a transformação ágil na Nokia. Dá aulas na Porto Business School. Antes disto, um negócio que perdeu cerca de 250 mil euros — que é de onde vem o método. Depois, a plataforma em que está a ler isto, construída sozinho, a dirigir a IA.

3.250 €
em ferramentas
20 anos
em produto
?12 — AS OBJEÇÕES
Precisamos de um fundo?
Não. O programa não gira à volta de angariar investimento. Os participantes terminam com um produto e com compradores, e quem quiser investimento pode procurá-lo — o programa não depende disso.
Os nossos participantes precisam de saber programar?
Não, e não é isso que lhes é ensinado. É-lhes ensinado a dirigir.
A nossa própria equipa pode conduzir o programa?
No nível Licenciado, sim. Primeiro recebem formação e certificação, e também não precisam de formação técnica.
Em que é que isto difere da disciplina de empreendedorismo que já lecionamos?
Uma disciplina ensina a construir um negócio. Este programa termina com vinte produtos publicados.
De quem é o que for construído?
Depende do programa em causa, é decidido antes da primeira semana e comunicado por escrito aos participantes. Universidades: aplica-se sem alterações a política de propriedade intelectual já em vigor para estudantes e funcionários. Federações e associações: o membro é dono de tudo. Empresas: a empresa escolhe o modelo, e nós explicamos os três que funcionam.
E se a ideia de um participante falhar?
Então falha em doze semanas, com provas, com um produto construído e compradores ouvidos. É para esse resultado que o programa existe. Não é um resultado pior do que a alternativa — é o mesmo resultado, uma década mais cedo.
Ficam com participação no capital?
Não. Nem no programa, nem dos participantes, nem da instituição.
O que é que temos de fazer, na prática?
Recrutar os participantes, dar ao programa o nome da instituição e, caso pretendam conduzi-lo sozinhos nos anos seguintes, disponibilizar uma ou duas pessoas da equipa.

Construir era a parte cara.

Já não é. O programa que daí resulta não é uma versão mais pequena do que já existe. É o primeiro que pode garantir o próprio resultado.

PREÇO POR TURMA, NÃO POR LUGAR · SEM PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL