PARA UNIVERSIDADES

Os seus alumni terminam com um produto. Não com um pitch deck.

Doze semanas. Vinte participantes, recrutados entre os seus alumni, diplomados ou investigadores. Todos terminam com software a funcionar num URL ativo, num programa que corre com o nome da sua instituição.

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SEM FUNDO · SEM INVESTIDORES · SEM ENGENHEIROS
01 PORQUE É QUE O DECK VAI PARA A GAVETA

Dois problemas que ninguém conseguia resolver.

01
Os participantes não conseguiam construir
Uma turma de pessoas com ideias e sem engenheiros produz slides, maquetas e um business model canvas. O programa acaba, o deck vai para a gaveta e a coisa nunca é feita. O trabalho que teria transformado a ideia num produto exigia um programador que não tinham e não podiam pagar.
02
A meta pertencia a outra pessoa
O sucesso era medido pelo financiamento angariado. Assim, o programa era avaliado por os investidores aparecerem, gostarem do que viam e passarem um cheque — três coisas que nenhuma universidade controla. Fora de meia dúzia de cidades, isso quase nunca acontece, e um programa bem executado pode, mesmo assim, não ter nada para reportar.
Nenhum deles era uma falha de ensino. AMBOS ERAM LIMITES DO QUE ERA POSSÍVEL.
02 — O QUE MUDOU

Hoje, uma pessoa consegue construir software a sério.

A dirigir a IA, sem escrever código e sem contratar ninguém. Isto não é uma projeção. A plataforma em que este programa corre — as candidaturas, a entrega do currículo, as avaliações, o acompanhamento dos participantes — foi construída por uma pessoa, sozinha, a dirigir a IA, por cerca de 3.250 € em ferramentas. Está a ler isto nela.

3.250 €
em ferramentas
1
pessoa
A plataforma em que este programa corre.
03 — A DECISÃO QUE DECIDE TUDO

Comece pelos alumni, não pelos estudantes.

O instinto é escolher estudantes finalistas, e é a opção que menos encaixa. Todo o método assenta numa premissa: a experiência de um setor, conquistada com tempo, é o ingrediente que ninguém pode comprar, pedir num prompt ou descarregar. Um jovem de vinte e dois anos ainda não teve tempo de a adquirir. Um antigo aluno de quarenta tem-na — a par de poupanças, uma rede profissional e um problema que viu uma indústria falhar em resolver durante quinze anos. Com estudantes, obtém capacidades e empregabilidade, que são reais. Com alumni, obtém empresas.

QUATRO VENDAS, UM PROGRAMA

Venda a um, depois leve-o pelo corredor.

São quatro responsáveis por orçamentos dentro de uma só instituição, cada um avaliado por algo diferente, e todos servidos pelas mesmas doze semanas. O currículo não muda. Muda apenas o grupo de recrutamento e, com ele, a pessoa em cuja hierarquia o resultado aterra.

O QUE A UNIVERSIDADE GANHA

Resultados, não esperanças.

Produtos em produção, contados

Um URL ativo por participante é um facto binário, não um juízo.

Criação de empresas, contada

Empresas que existem no fim de um semestre, atribuíveis à instituição.

Um resultado demonstrável de capacitação em IA

Para diplomados que entram num mercado onde as funções técnicas de entrada estão a encolher.

Envolvimento real dos alumni

Quando a turma vem dos alumni, medido em participação e não em aberturas de newsletter.

Um demo day com algo para demonstrar

Software a funcionar, mostrado primeiro a clientes. Investidores opcionais.

Relatórios, por participante e por turma

Diretamente da plataforma. Nada para montar à mão no fim do semestre.

06 — DOZE SEMANAS · VINTE PARTICIPANTES · UM PRODUTO CADA
1–2 Problema e ideia

Uma descrição escrita do problema e uma ideia delimitada.

3–4 Compradores e validação

Vinte compradores identificados, cinco conversas documentadas.

5–7 Construção

Um produto que funciona de ponta a ponta.

8–9 Dinheiro e prontidão

Pagamentos ativos, auditoria pré-lançamento aprovada.

10–11 Lançamento e utilizadores

Um URL ativo e utilizadores reais a dar feedback.

12 E a seguir

Um pitch deck e um plano de 90 dias.

O COMPROMISSO

Dez a doze horas por semana.

Uma sessão ao vivo de 90 minutos, gravada, e pequenos grupos de pares entre sessões. Encaixa ao lado de um plano de estudos completo, de um lugar de investigação ou de um emprego. Não há pré-requisitos técnicos — os participantes não precisam de programar, nem aprendem a fazê-lo. Aprendem a dirigir.

COM O QUE O PARTICIPANTE SAI

Não é um certificado.

Um produto a funcionar

Em produção, num URL ativo, que qualquer pessoa pode abrir.

A capacidade de continuar a construir

Sem o programa, e sem contratar ninguém.

Provas, num sentido ou noutro

Prova documentada de que há compradores reais que o querem — ou prova documentada de que não há, o que vale o mesmo e custa um semestre em vez de uma década.

Tudo o que construiu

A sua própria conta, código, domínio e lista de clientes. O programa não fica com participação no capital, licença nem parte da receita.

Um plano de 90 dias

Para o dia seguinte ao fim do semestre.

08 — COMO É ENTREGUE

Três níveis. Escolhe quanto quer gerir.

Chave na mão
NÓS GERIMOS TUDO

Tudo, com a sua marca. A instituição recruta os participantes e nós fazemos o resto. Para uma primeira turma, ou quando não há pessoal disponível.

Em parceria
O MODELO HABITUAL

Nós damos as sessões ao vivo e o currículo. A sua equipa acompanha os grupos de pares e o apoio aos participantes.

Licenciado
A INSTITUIÇÃO GERE

A instituição gere o programa todos os semestres. Nós fornecemos a plataforma, a formação e certificação de facilitadores e as atualizações.

EM NENHUM NÍVEL É PRECISO UM FUNDO, RELAÇÕES COM INVESTIDORES OU UMA EQUIPA DE ENGENHARIA.

A DIVISÃO

O que nós fornecemos, e o que a instituição fornece.

Nós fornecemos — o currículo

O currículo completo de doze semanas e todos os entregáveis semanais.

Nós fornecemos — a plataforma

Candidaturas, seleção, entrega do currículo, acompanhamento dos participantes e relatórios.

Nós fornecemos — as sessões ao vivo

Dadas por alguém que construiu e lançou aquilo que está a ensinar.

Nós fornecemos — a certificação de facilitadores

Formação e certificação para a sua própria equipa, para que possa gerir o programa internamente.

A instituição fornece — os participantes

Recrutados entre os seus alumni, diplomados, estudantes ou investigadores.

A instituição fornece — o nome

O programa corre com a sua marca, não com a nossa.

A instituição fornece — uma ou duas pessoas

Para serem formados como facilitadores, consoante o nível.

A instituição fornece — a sala

Para o demo day, se for presencial.

10 — PROPRIEDADE INTELECTUAL

A sua política aplica-se, sem alterações.

O programa não fica com nada — nem participação no capital, nem licença, nem parte da receita, seja dos participantes seja da instituição. A política de propriedade intelectual que já tem para estudantes, pessoal e investigadores rege tudo o que for construído, exatamente como hoje. Deixamo-lo por escrito logo no início, em vez de esperar que a pergunta surja a meio.

11 — ONDE ISTO ESTÁ HOJE

Nenhuma universidade fez isto ainda.

A turma para o público é a primeira e ainda não arrancou. Não há alumni nem casos de estudo, e não vou inventar nenhum. O que existe é o método, a plataforma em que corre, vinte anos a construir produtos para outras pessoas e um exemplo concreto: o meu. A primeira instituição a fazer isto está a comprar um piloto, e o preço deve ser de piloto.

12 — QUEM ESTÁ POR TRÁS

Luis Gonçalves

Vinte anos em desenvolvimento de produtos digitais. Liderou a transformação ágil na Nokia. Dá aulas na Porto Business School. Antes disto, um negócio que perdeu cerca de 250 mil euros — é daí que vem o método. Depois, a plataforma em que está a ler isto, construída sozinho, a dirigir a IA.

3.250 €
em ferramentas
20 anos
em produto
?13 — AS OBJEÇÕES
Precisamos de um fundo?
Não. O programa não é construído em torno de angariar investimento. Os participantes terminam com um produto e com compradores, e quem quiser investimento pode procurá-lo — o programa não depende disso.
Os nossos participantes precisam de saber programar?
Não, nem aprendem a fazê-lo. Aprendem a dirigir.
A nossa própria equipa pode gerir isto?
No nível licenciado, sim. Primeiro são formados e certificados, e também não precisam de formação técnica.
Em que é que isto difere da unidade curricular de empreendedorismo que já damos?
Uma unidade curricular ensina sobre construir um negócio. Esta termina com vinte produtos em produção.
Pode dar créditos?
Sim. Cada semana tem um entregável definido e a plataforma regista a conclusão por participante, que é normalmente o que os regulamentos de avaliação exigem. O mapeamento exato seria trabalhado com os serviços académicos da instituição.
De quem é o que os participantes constroem?
A política de propriedade intelectual que já tem, sem alterações. O programa não fica com participação no capital, licença nem parte da receita.
E se a ideia de um participante falhar?
Então falha em doze semanas, com provas, com um produto construído e compradores ouvidos. É para esse resultado que o programa existe. Não é pior do que a alternativa — é o mesmo resultado, uma década mais cedo.
Estudantes ou alumni?
Ambos funcionam, e compram coisas diferentes. Os estudantes dão-lhe capacidades e empregabilidade. Os alumni dão-lhe empresas, porque chegam com a experiência de setor de que o método depende. Se tiver de escolher um, comece pelos alumni.

As aceleradoras foram criadas para um gargalo que já não existe.

Os seus participantes já conseguem construir, e um produto a funcionar com utilizadores reais não precisa de uma ronda de financiamento para existir. O que significa que o programa pode, finalmente, ser medido por algo que a universidade produz.

PREÇO POR TURMA, NÃO POR LUGAR · SEM PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL