Seus ex-alunos terminam com um produto. Não com um pitch deck.
Doze semanas. Vinte participantes, recrutados entre seus próprios ex-alunos, formandos ou pesquisadores. Cada um termina com software funcionando no ar, em um programa que roda sob o seu nome.
Fale com a genteDois problemas sem solução.
Uma pessoa já constrói software de verdade.
Dirigindo IA, sem escrever código e sem contratar ninguém. Isso não é projeção. A plataforma em que este programa roda — as inscrições, a entrega do currículo, as avaliações, o acompanhamento dos participantes — foi construída por uma pessoa, sozinha, dirigindo IA, com cerca de 3,250€ em ferramentas. Você está lendo isto nela.
Comece pelos ex-alunos, não pelos estudantes.
O instinto é pensar em formandos, e é o encaixe mais fraco de todos. O método inteiro se apoia em uma afirmação: a expertise de domínio conquistada é o insumo que ninguém compra, prompta ou baixa. Quem tem vinte e dois anos não teve tempo de adquirir uma. Quem tem quarenta teve — junto com reserva financeira, uma rede profissional e um problema que viu um setor não resolver por quinze anos. Rode com estudantes e você ganha capacidade e empregabilidade, que são reais. Rode com ex-alunos e você ganha negócios.
Quatro orçamentos. Um corredor.
Engajamento e negócios atribuíveis a você
Medidos em participação e empresas criadas, não em abertura de newsletter.
Empregabilidade no momento em que é medida
Um resultado comprovável em IA, num mercado em que as vagas técnicas de entrada estão encolhendo.
Capacidade, entregue com créditos
Uma disciplina que termina em vinte produtos no ar, e não em vinte business model canvas.
Comercialização sem negociar licenciamento
Pesquisadores constroem a coisa e descobrem se alguém quer, antes de qualquer discussão sobre termos.
Venda para um, depois desça o corredor.
São quatro donos de orçamento diferentes dentro de uma mesma instituição, cada um medido por uma coisa distinta, todos atendidos pelas mesmas doze semanas. O currículo não muda. Só muda de onde vêm os participantes — e, com isso, em qual mesa o resultado aparece.
Resultados, não esperanças.
Produtos no ar, contados
Uma URL por participante é um fato binário, não um julgamento.
Negócios criados, contados
Empresas que existem no fim do semestre, atribuíveis à instituição.
Um resultado comprovável em IA
Para formandos que entram num mercado em que as vagas técnicas de entrada estão encolhendo.
Engajamento de ex-alunos que é real
Quando a turma vem dos ex-alunos, medido em participação e não em abertura de newsletter.
Um demo day com o que demonstrar
Software funcionando, mostrado primeiro a clientes. Investidores, opcional.
Relatórios, por participante e por turma
Direto da plataforma. Nada montado à mão no fim do semestre.
Um problema descrito por escrito e uma ideia com escopo definido.
Vinte compradores com nome e sobrenome, cinco conversas documentadas.
Um produto funcionando de ponta a ponta.
Pagamento no ar, auditoria de pré-lançamento aprovada.
Uma URL no ar e usuários reais dando retorno.
Um pitch deck e um plano de 90 dias.
Dez a doze horas por semana.
Uma sessão ao vivo de 90 minutos, gravada, e pequenos grupos entre as sessões. Cabe junto de uma grade cheia, de uma posição de pesquisa ou de um emprego. Não há pré-requisito técnico — os participantes não precisam programar, e não são ensinados a programar. São ensinados a dirigir.
Não é um certificado.
Um produto funcionando
No ar, em uma URL real, que qualquer pessoa pode abrir.
A capacidade de continuar construindo
Sem o programa, e sem contratar ninguém.
Evidência, de um jeito ou de outro
Prova documentada de que compradores reais querem aquilo — ou prova documentada de que não querem, que vale o mesmo e custa um semestre em vez de uma década.
Tudo o que construiu
Conta, código, domínio e lista de clientes próprios. O programa não pega participação, licença nem porcentagem.
Um plano de 90 dias
Para o dia seguinte ao fim do semestre.
Três níveis. Você escolhe quanto conduz.
Tudo, sob a sua marca. Você recruta os participantes e nós cuidamos do resto. Para uma primeira turma, ou quando não há equipe disponível.
Nós conduzimos as sessões ao vivo e o currículo. Sua equipe conduz os grupos e o acompanhamento das pessoas.
Você conduz o programa todo semestre. Nós fornecemos a plataforma, a formação e certificação de facilitadores, e as atualizações.
NENHUM NÍVEL EXIGE FUNDO, RELAÇÃO COM INVESTIDORES OU EQUIPE DE ENGENHARIA.
O que nós damos, o que você dá.
Nós — o currículo
As doze semanas completas e cada entrega semanal.
Nós — a plataforma
Inscrições, seleção, entrega do currículo, acompanhamento e relatórios.
Nós — as sessões ao vivo
Conduzidas por quem construiu e lançou aquilo que está sendo ensinado.
Nós — a certificação de facilitadores
Formação e certificação da sua própria equipe, para você conduzir por conta.
Você — os participantes
Recrutados entre seus ex-alunos, formandos, estudantes ou pesquisadores.
Você — o seu nome
O programa roda sob a sua marca, não a nossa.
Você — uma ou duas pessoas
Para serem formadas como facilitadoras, conforme o nível.
Você — o espaço
Para o demo day, se for presencial.
Sua política vale, sem alteração.
O programa não pega nada — nem participação, nem licença, nem porcentagem, seja dos participantes ou da instituição. Sua política de PI atual para estudantes, funcionários e pesquisadores rege o que for construído, exatamente como hoje. Deixamos isso por escrito no início, em vez de esperar a pergunta no meio do caminho.
Nenhuma universidade rodou isto ainda.
A turma para pessoa física é a primeira e ainda não aconteceu. Não há formados nem estudos de caso, e eu não vou inventar nenhum. O que existe é o método, a plataforma em que ele roda, vinte anos construindo produtos para outras pessoas, e um exemplo concreto: o meu. A primeira instituição a rodar isto está comprando um piloto, e deve ser cobrada como tal.
Luis Gonçalves
Vinte anos em desenvolvimento de produto digital. Liderou a transformação ágil na Nokia. Dá aula na Porto Business School. Antes disso, um negócio que perdeu cerca de 250,000€ — de onde vem o método. Depois, a plataforma em que você está lendo isto, construída sozinho, dirigindo IA.
As aceleradoras foram feitas para um gargalo que acabou.
Seus participantes já conseguem construir, e um produto funcionando com usuários reais não precisa de rodada para existir. O que significa que o programa finalmente pode ser medido por algo que a universidade produz.